Estou mole! Apanhei sol na moleirinha ao almoço e fiquei mole. E quando digo mole é mesmo mole. Até a pila está mole… Estou mole, mole, mole! Nem a bela da mama empinada a espreitar me arrebita. Devem os meus caros leitores estar para aí a conjecturar com os vossos botões “foda-se que o gajo está sempre a falar na mama. Deve ser um pouco depravado”! É isso mesmo. Sou mesmo. Gosto de uma bela mama. Há quem lhe chame chucha, mas acho isso deveras aparvalhado. Chucha porquê?
Para me tirar esta moleza, teria de ser uma mama poderosa! E quando digo poderosa, não significa que tivesse de ser grande, grandalhona, estapafúrdia, a transbordar por fora da interioridade, nada disso. Podia ser uma mama pequenina, desde que hirta e profícua! Uma mama arrebitada, que picasse, cujo bico se excitasse…
Ou então um bom cu! E o que é um bom cu? É um cu duro, bem constituído, que empine com facilidade. Um cu que tenha alma e que goste de estar virado para cima! Que goste da bela canzana!
Ou seja, para me arrebitar, e dada a pouca exigência da coisa, poderia ser uma gaja tipo Nereida Gallardo pronto (mama pequena, cu normal)! Apesar de parecer um pouco ordinária (e este ordinária deve ser interpretada como normal), tem ar de dar umas valentes fodas e tem aquele ar de nojo que dá sempre vontade de foder depois de a foder!